Direitos autorais

Direito autoral é coisa séria!  Porém, até mesmo o que é sério pode ser tratado com bom humor. Vejam que criativa a orientação do nerdson de como Criativos Comuns devem proceder para socializar o que criaram, registrando-as com as licenças Creative Commons:

Nerdson explica o que é a licença creative commons

Mais explicações estão disponíveis direto na fonte em http://nerdson.com/blog/criativos-comuns/.

Belo trabalho! Parabéns aos autores.

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Iniciativa de um veículo de comunicação

Vejam uma matéria que divulga a prática de um veículo de comunicação de Fortaleza, em parceria com a Associação Nacional de Jornais.  A iniciativa é centrada na tentativa de ampliar a base de leitores, incentivando  a formação de leitores de jornais.

Conselho infantil de leitores http://opovo.uol.com.br/opovo/fortaleza/971600.html
10 Abr 2010 – 18h51min

O suplemento infantil do O POVO, o Clubinho, foi criado pela Cristiane em 1999 através da construção conjunta entre jornal e leitores. Antes mesmo da publicação do primeiro fascículo, a jornalista Cristiane Parente já contava com uma assessoria especializada: um conselho de leitores com idade entre 8 e 10 anos.

Ao longo de quase uma década de trabalho, o caderno passou por diversas modificações propostas pelas crianças. A cada edição, o conselho se reunia com a editora para avaliar o trabalho feito e sugerir os próximos passos.

A comunicadora acredita na inserção da criança nos veículos de comunicação como um passo essencial para a formação de leitores autônomos e cidadãos conscientes. “Além do crescimento pessoal, era legal ver as crianças tendo voz em um jornal, tido como coisa de adulto“, confirma a estudante de Artes Cênicas Rafaela Diógenes.

E-MAIS

A jornalista, professora e educomunicadora é mestre em Comunicação e Educação pela Universidade Autônoma de Barcelona e mestranda em Educação pela UNB.

Detentora do título de Amiga da Criança, promovido pelo Fundo das Nações
Unidas para o Desenvolvimento da Infância (UNICEF) e pela Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), foi idealizadora do suplemento infantil do O POVO, o Clubinho.

Atualmente coordena o programa Jornal e Educação da Associação Nacional de Jornais (ANJ)

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Lançado livro didático Mídia na Educação

Livro didático interativo Mídia na Educação faz dos leitores, autores

O livro didático Mídia na Educação é resultado da pesquisa Media literacy no Ensino Médio: atividades de leitura e escrita com professores e alunos, desenvolvida na Universidade do Sagrado Coração (USC) e financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Foram dois anos dedicados à produção e à aplicação de material didático focado em mídia. Professores e alunos participaram de oficinas e testaram as atividades. Elas foram reformuladas e agora são compartilhadas com você. Mais do que isso, este livro tem característica interativa. No item Trocando Experiências, docentes contam como foi o uso de mídia na educação e segurem atividades. Assim, nossos leitores também são autores.

http://www.usc.br/midiaeducacao/index.html

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Cartilha Infância e Comunicação destaca 10 pontos a serem discutidos pela sociedade

A ANDI e a Rede ANDI Brasil lançam a cartilha “Infância e Comunicação: Uma agenda para o Brasil”. A iniciativa é resultado de uma série de ações promovidas por organizações que têm o objetivo de estabelecer uma agenda comum de temas a serem tratados na 1ª Conferência Nacional de Comunicação e na 8ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que acontecem em dezembro deste ano, em Brasília.

O material, que conta com o apoio da Fundação Itaú Social e do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), foi elaborado a partir da constatação sobre a necessidade de desenvolver um sistema de mídia que promova e proteja os direitos de meninos e meninas. Assim, foram formulados dez pontos fundamentais que possam contribuir para o fomento da reflexão sobre a responsabilidade dos veículos de comunicação junto ao público infanto-juvenil. Entre eles, há aspectos de estímulo aos benefícios da relação com a mídia e de proteção aos possíveis impactos negativos.

A regulação do setor por parte do Estado – bem como a participação das empresas de comunicação e da sociedade civil – é tida como instrumento fundamental na garantia da qualidade da informação disponível a crianças e adolescentes. A política de classificação indicativa, as ações de educação para a mídia, o incentivo à programação instrutiva e diversificada e a influência da publicidade também estão entre os assuntos abordados.

Como se encontram em uma fase de transição do desenvolvimento físico e psíquico, as políticas públicas que tocam na interface entre a infância e mídia precisam ser cada vez mais aprimoradas. Dessa forma, a cartilha “Infância e Comunicação: Uma agenda para o Brasil” busca promover a conscientização da sociedade sobre a importância dos conteúdos midiáticos na formação de meninos e meninas. O material será distribuído durante as conferências entre as principais instituições que atuam nas áreas da comunicação e da promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente, mas pode ser baixado nos sites das instituições.

PARA FAZER O DOWNLOAD DA CARTILHA “INFÂNCIA E COMUNICAÇÃO: UMA AGENDA PARA O BRASIL, CLIQUE AQUI.

Publicado em http://www.andi.org.br 10/12/2009 (Pauta ANDI)

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Qualidade do conteúdo da mídia

Reflexões sobre a qualidade na programação.

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Quer tirar a voz de um arquivo de áudio?

Saiba como tirar a voz do cantor usando o Audacity assistindo a esse vídeo no you tube:

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Documentário em vídeo

Fizemos uma adaptação da linguagem radiofônica para a linguagem audiovisual e produzimos um pequeno    vídeo.

Usamos o off do  documentário radiofônico, as fotos que tiramos na simulação de pauta e na redação do jornal, gravamos pequenos trechos de imagem em movimento.  A adaptação é uma técnica possível e  ela é uma ótima estratégia pedagógica para demonstrar aos alunos  as diferenças existentes entre as linguagens e as fragilidades a que se expõe o texto original quando ela é usada.  Muitas vezes são necessárias mudanças na ideia original.  No nosso caso conseguimos manter a estrutura usada originalmente no roteiro de rádio.

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Roteiro do Documentário Radiofônico – jornal

Este é o roteiro do documentário radiofônico produzido no curso de Educação às Mídias sobre o jornal impresso:    roteiro-de-radio sobre o jornal

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Rádio documentário

Produzimos um documentário em áudio falando sobre a produção de um jornal. É resultado da vivência que tivemos na simulação da reunião de pauta, somada à visita ao Jornal da Cidade. Confira:
http://ligiabeatriz.podomatic.com/player/web/2009-06-25T09_15_37-07_00

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Formando os jornalistas e radialistas de amanhã

Os computadores permitem de forma cada vez mais simples a elaboração de mensagens audiovisuais e escritas, a formatação de jornais, revistas, produção de podcasts, vídeos, animações e diversas outras atividades. Uma mensagem produzida em um computador pessoal, presente nas escolas, pode ser encaminhada para os veículos de comunicação social – redações de jornais, emissoras de rádio e televisão – para serem veiculadas, eliminando a dependência produtiva aos profissionais que trabalham para tais veículos.

Isso faz com que seja concretizado o potencial interativo desses veículos. Oportuniza o cumprimento da legislação que os caracteriza como serviço público e, por outro lado, transforma as escolas em centro de produção de notícias, aumentando as chances de disseminarem o conhecimento que produzem.

Os cidadãos têm o direito à comunicação e expressão garantido pela Constituição brasileira. Existe uma esfera pública de comunicação na qual devem trafegar assuntos de interesse da opinião pública. A gestão desse espaço é de responsabilidade do Estado, porém sua exploração é cedida à pessoas jurídicas. Nele atuam os veículos de comunicação social, jornais, emissoras de rádio e televisão e deve haver uma cultura de co-responsabilidade entre o Estado e a população pela qualidade da informação que nele trafega. Dessa forma, a escola, enquanto um microcosmo social com reconhecida importância, tem direito a usar esse espaço, como também deve ocorrer com diversos outros segmentos e instituições sociais.

A escola quando oferece às crianças e aos jovens a possibilidade de desenvolverem a competência de se expressarem por meio dos veículos de comunicação social, exerce duplo papel, o de desenvolver nas crianças a competência de se tornarem leitoras e produtoras de textos e o de praticarem a cidadania, atitude que irá se reproduzir em outras instâncias em que atuarem.

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