Conceitos-chave e estratégias pedagógicas

A. CONCEITOS- CHAVE

Tradução e adaptação minhas do texto do kit para mídia educação da UNESCO, disponível em http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001492/149278e.pdf.

 

  1. PRODUÇÃO

 

Em cada país a mídia cria uma cultura própria, em função do modelo de sustentação a que se filie: público, estatal ou comercial.  Estando sob o domínio de diferentes relações de força, os veículos direcionarão a produção de conteúdo de forma distinta em cada sociedade.

O jovem será capaz de debater sobre as interferências do modelo na dinâmica de produção local e na vida daqueles que têm acesso a tais textos, a partir da compreensão de que: a) os textos midiáticos são conscientemente manipulados; b) consomem tempo e dinheiro para serem produzidos e distribuídos em uma escala quase sempre global; c) envolvem grupos de pessoas a serviço de grandes conglomerados de mídia.

Para falar de produção é essencial conhecer:

- As tecnologias usadas na produção e distribuição das mensagens e a forma como elas amoldam o produto;

- As práticas profissionais usadas nas linhas de produção;

- Os proprietários das indústrias e as formas de obter lucro;

- As conexões – como as empresas vendem seus produtos usando suas diversas mídias;

- A regulação – quem controla os conteúdos veiculados e com qual eficácia. A legislação.

- A circulação, a distribuição e o possível controle pelas audiências.

- O acesso e a participação – quais vozes são veiculadas pela mídia e quais são excluídas.

2. AS LINGUAGENS MIDIÁTICAS

Cada mídia usa recursos de linguagem específicos (texto, imagem e som) que podem ser comparados às linguagens naturais. Suas finalidades e funções têm de ser conhecidas para um melhor entendimento sobre seu impacto e melhoria da qualidade comunicativa formal e informal dos alunos.

Em relação à linguagem midiática espera-se que o jovem seja capaz de entender:

- Significado – como a mídia usa diferentes formas de linguagem para transmitir ideias e significados.

- Convenções- como essas formas de utilização das linguagens se tornam familiares e largamente aceitas.

- Códigos – como se estabelecem as regras gramaticais. O que acontece quando são quebradas?

- Gêneros – de que forma essas convenções operam em diferentes tipos de textos midiáticos: notícia, publicidade, documentário, educativo, infantil e entretenimento, entre outros.

- Escolha – quais são os efeitos da escolha de determinados tipos de linguagem, como uma tomada de imagem específica ou o plano de captação escolhido.

- Combinações: de que maneira o significado é transmitido pela combinação entre seqüências de imagens, sons e palavras.

- Tecnologias: como elas afetam os significados que podem ser criados, pois elas impõem restrições à linguagem e às combinações que podem ser utilizadas.

 

3. REPRESENTAÇÕES NA MÍDIA

As mídias resultam de construções mentais e imaginárias da realidade e há diferentes graus de relação entre produções ficcionais e não ficcionais, que criam expectativas no receptor, especialmente na questão de gênero (notícia, programas baseados em situações da vida real, docudramas).

Uma boa metodologia é analisar a evolução da mídia quanto à hibridização dos gêneros, especialmente em função de produções e práticas mais participativas estarem afluindo, incentivadas pelo aumento do uso da internet e da telefonia celular.

Em relação às representações utilizadas na mídia espera-se que o jovem seja capaz de entender:

- Realismo – o texto deveria ser real? Porque uns parecem mais e outros menos reais? Identificar como a mídia alega contar a verdade, como tenta parecer verdadeira.

- Presença e ausência – perceber o que é incluído e excluído do mundo da mídia. Quem fala e quem é calado.

- Tendenciosidade e objetividade – identificar se os textos transmitem visões parciais da realidade, se são balizados por valores morais e políticos.

- Estereótipos – compreender como a mídia representa determinados grupos e se o faz de forma realista.

- Interpretações – analisar como as audiências aceitam determinadas representações como verdadeiras e rejeitam outras.

- Influências – identificar como as representações de mundo propostas pela mídia afetam nossa percepção sobre determinados grupos sociais ou assuntos.

4. A AUDIÊNCIA

Tornar evidente que a socialização dos jovens pela mídia pode assumir desde atitudes passivas até ativas, passando pelos efeitos que provoca até os usos e gratificações, indo da recepção à produção.

Conscientizar que essas estratégias de apropriação implicam em direitos do usuário, que podem ser diferentes dos direitos de produção (propriedade intelectual e direito individual de uso).

Em relação ao papel exercido pelas audiências espera-se que o jovem seja capaz de entender:

- O público alvo – estratégias de direcionamento das mensagens e apelo a determinados públicos;

- Direcionamento – formas de endereçamento (fala) à determinada audiência, e de construção do perfil da audiência por pressupostos assumidos pelos produtores;

- Circulação – como a mídia chega até a audiência; estratégias usadas para que o público saiba quando o programa será transmitido.

- Usos – formas de utilização da mídia pelo público em seu dia-a-dia, hábito e padrões de consumo.

- Significado – de que maneira as audiências interpretam a mídia.

- Prazeres – prazeres despertados pela mídia. O que o público gosta, ou não gosta.

- Diferenças sociais – as determinações de gênero, classe social, idade e etnia e sua influência no comportamento do público.

 

B. ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS

Tradução e adaptação minhas do texto do kit para mídia educação da UNESCO, disponível em  http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001492/149278e.pdf.

1.  Contexto

Método tradicionalmente usado para o estudo acadêmico da comunicação, que engloba pesquisas quantitativas e qualitativas.

Pode-se adquirir uma visão do conteúdo dos textos midiáticos por meio da análise quantitativa de um material relativamente extenso de textos midiáticos, usando categorias pré-determinadas. Exemplos:

  • examinar a relação entre a proporção ocupada por texto e imagens em uma matéria, ou por notícias e publicidade em um veículo de comunicação;
  • verificar a quantidade de homens, mulheres e crianças retratados ou os papéis que eles ocupam.
  • analisar a abertura de programas, que costuma conter estratégias de envolvimento com o público alvo, e os encerramentos dos mesmos, para conhecer a equipe/estrutura de produção e distribuição.
  • analisar os materiais de marketing usados para o lançamento dos produtos, comparando as estratégias aplicadas em diferentes países.

Qualitativamente as análises podem ser direcionadas ao entendimento de que:

  • gerar controvérsias é uma estratégia de marketing (falem bem ou mal, mas falem de mim).
  • diversas estratégias utilizadas pelos veículos de comunicação são adotadas em função da natureza do negócio midiático, que envolve riscos.
  • os textos são percebidos de maneiras diversas pelo público. Este resultado é obtido por meio de entrevistas, leitura de reportagens e críticas feitas pelos receptores.

A técnica pode ser utilizada para a atuação da indústria fonográfica, cinematográfica, televisiva, radiofônica etc.

2. Texto

Análise detalhada de um determinado texto, realizada em três etapas:

- Descritiva (denotativa)

- Significado – conotações e associações. Análise isolada dos elementos (música, efeito sonoro, silêncio, iluminação) que compõem o texto, fazendo correlações externas e subjetivas com o contexto. Uma técnica auxiliar é a do teste da comutação: imaginar como seria o texto substituindo-se um elemento (ex.:mulher jovem por mulher madura). A intertextualidade também é importante: lembrar de outros textos similares aos quais o texto possa se referir ou relacionar.

- Julgamento – emitir juízos de valor, ou ideológicos. Verificar a existência de associações com qualidades reconhecidas socialmente como positivas (natural, sexy, científica, transformadora, atrativa), constatar os apelos existentes. Concluir sobre a eficácia dos apelos e argumentos contidos.

3. Estudo de caso

São estudos de casos de diversas naturezas. Como exemplo podemos citar:

A. Produção, marketing e consumo de um texto. Estudar o lançamento, falar com os produtores do texto.

B. Cross-media (referencialidade entre as mídias): analisar o uso de animais na propaganda – selecionar campanhas, ver notícias na imprensa sobre elas, pesquisar a opinião do público alvo, consultar grupos de pressão e entidades regulatórias; estudar como diversos veículos abordam a mesma notícia.

C. Investigar a audiência: fazer observações, entrevistas, ou desenvolver e aplicar questionários com pequenas amostras de pessoas para estabelecer padrões de consumo de mídia focados a um determinado gênero de programa. Buscar números oficiais de audiência e comparar com seus resultados. Fazer uma apresentação visual mostrando suas descobertas.

D. Pesquisar o funcionamento de um veículo de comunicação, ou um organismo regulatório. Se quiser investigar práticas profissionais poderá usar a observação. Complementar buscando informações em materiais impressos e eletrônicos, na imprensa.

4. Adaptação

Envolve principalmente linguagem e representação em estudos analíticos ou práticos. No analítico compara-se o tratamento dado a um assunto em diferentes tipos de mídia, ou em textos destinados a diferentes tipos de públicos, observando quais elementos existem em comum e quais diferem e analisando os motivos para existirem essas semelhanças e diferenças. Pode-se analisar como uma mesma cena foi trabalhada em duas diferentes adaptações fílmicas, considerando como as ideias, temáticas, cenas podem ser tratadas de forma diferente em cada um, dependendo do gênero envolvido, ou da mídia.

Uma abordagem prática consiste em levar os alunos a adaptarem um texto de uma mídia para outra: notícia de jornal impresso virará noticiário televisivo; um pequeno texto literário será um storyboard ou roteiro de vídeo. Eles irão entender os códigos e as convenções usadas em diferentes formas de mídia. Poderão perceber as dificuldades encontradas na adaptação envolvendo diferentes pontos de vista narrativos, ou ainda a narração em primeira pessoa. Por outro lado, enfrentarão o desafio de encontrar equivalentes verbais para o uso de recursos sonoros e visuais ao criar uma atmosfera e suspense.

5. Simulação

Os alunos simularão serem produtores de mídia, e deverão tomar decisões ligadas à produção, considerando restrições econômicas, tecnológicas e institucionais em seu trabalho. Suas decisões poderão ser comparadas às de outros grupos e suscitarem reflexões sobre as conseqüências das mesmas.

Outra abordagem consiste em pedir aos alunos que desenvolvam e apresentem a um empresário de TV uma proposta de um novo programa, pode ser uma nova série juvenil. Irão descrever a série, ressaltando qual seu apelo para o público alvo, descrevendo características dos personagens, desenvolvendo a story line, a sinopse, locações e os recursos técnicos, humanos e financeiros envolvidos. Essa proposta pode ser direcionada a outras mídias: propor um romance para um editor; serem jornalistas querendo lançar uma nova revista.

Poderão ainda se exercitar introduzindo novos personagens ou novos cenários, em um programa que assistam; ou reformular um determinado programa para outra audiência.  Uma boa ideia é colocarem-se na posição de uma banda musical que procura uma gravadora e quer aparecer na mídia. Os diferentes grupos poderão interpretar papéis de gerentes, agentes, audiência, representantes de emissoras de rádios e televisão, gravadoras.

Por outro lado, poderão atuar em posição oposta representando o papel de agentes, gerentes de emissoras, companhias cinematográficas, gravadoras musicais ou editoras, formulando ideias vendáveis (implica pensar em orçamentos financeiramente viáveis), ou procurando escritores, artistas talentosos que atraiam o público receptor. Com este exercício os alunos poderão concluir que o sucesso não depende só da originalidade ou do apelo da ideia, mas do “pacote” em que o “produto” pode ser oferecido e do seu potencial mercadológico.

É possível ainda simular atividades em outras funções: a) programadores – propondo que desenvolvam uma grade de programação para um período do dia, levando em consideração a estratégia das emissoras concorrentes, levando-os a perceberem como as emissoras constroem sua identidade e como se dirigem às audiências em diferentes horários do dia; b) reguladores – terão que classificar diferentes filmes para respectivas faixas etárias de receptores; c) simular o trabalho em redações, como por exemplo,  de  reuniões de pauta, decidindo que notícias apresentar em um jornal diário e ocupando diferentes papéis (editores, produtores, apresentadores), considerando dificuldades cotidianas, como  as restrições de tempo, imposições de última hora – a necessidade de encaixes de notícias, e restrições ideológicas ou comerciais impostas pela Diretoria. Deverão, preferencialmente, veicular “ao vivo” um pequeno boletim noticioso, direcionado a um determinado público.

Outra atividade é desenvolver uma animação fotográfica selecionando algumas, entre diversas imagens estáticas, e ordenando-as em uma determinada seqüência, animando-as para que formem uma história.  Cada grupo poderá receber um briefing e construir seqüências diferentes a partir das mesmas imagens. Irão perceber como a edição possibilita construir diferentes versões, narrativas e atmosferas.

Simular a produção de mídia para diferentes públicos alvos e imaginar como atraí-los e alcançá-los é uma forma motivadora de abordar a questão da manipulação. O ponto chave é levar os estudantes a perceberem as tensões dominantes no eixo produtivo. Ao final, eles devem ser estimulados a se distanciarem e avaliarem seus próprios trabalhos e o dos colegas, considerando as similaridades e diferenças entre o mundo real da indústria de mídia e o da simulação.  A eficácia da atividade também dependerá da natureza e da qualidade das informações que ele receber sobre as relações de trabalho no veículo envolvido e na função que eles interpretarão. É fundamental colocar para  eles problemas realmente desafiadores e as opções que fizerem devem realmente fazer diferença. A simulação não pode ser apenas uma encenação.

6. Produção

Produzir é uma forma efetiva de engajamento na exploração de um determinado tópico. O trabalho prático é um espaço “seguro” para que o estudante explore seus investimentos afetivos em relação à mídia e represente seu entusiasmo e as suas preocupações. Se existe a intenção de desenvolver a literacia em mídia de forma completa, analisar e escrever textos midiáticos devem ser atividades intrinsecamente interligadas.

Argumenta-se que a produção do estudante é apenas uma imitação do que se faz nas mídias, porém pesquisadores têm mostrado que elas comprovam um claro entendimento da linguagem da mídia e um distanciamento irônico que é, pelo menos, potencialmente crítico.  Eles podem transformar seu conhecimento passivo e inconsciente sobre a linguagem midiática (desenvolvido enquanto consumidores de mídia) em um conhecimento construído de forma consciente. Os avanços tecnológicos possibilitam facilidade de acesso aos meios produtivos, sem que precisem de equipamentos e recursos profissionais. Com um computador o aluno pode conseguir resultados bastante próximos aos profissionais. Pela internet é possível distribuir seus textos para uma audiência mais ampla e, o que é importante, receber um retorno do público com comentários e críticas.

Deve-se iniciar com produções pequenas e simples para, aos poucos, identificar as limitações dos equipamentos e desenvolver as habilidades necessárias para a produção.

Por outro lado, produção é uma área na qual o professor tem que ceder parte de sua autoridade e controle para os alunos, bem como conceder espaço para a experimentação, o que é, a princípio, difícil para o professor. Outro problema é a logística de produção, pois a quantidade de equipamentos não é suficiente para o uso individual e os alunos têm que trabalhar em grupos e se revezarem. Isto envolve uma habilidade complexa de comunicação entre eles para resolver as disputas internas e organizarem-se buscando atender um cronograma com prazos estabelecidos por eles mesmos. Se houver tendência ao monopólio, ou dominação, a questão deve ser resolvida de forma direta.

Deve-se informar de forma clara aos estudantes o que se espera do trabalho que eles irão desenvolver. Os professores têm que estar conscientes sobre os aspectos conceituais envolvidos e assegurar que estes sejam o centro da atenção dos estudantes, encorajando-os a regularmente, se distanciarem do que estão fazendo e refletirem sobre as conseqüências das escolhas que fazem.  Eles devem fazer, constantemente, reuniões de produção com o professor, para revisarem o projeto em andamento e fazerem auto-avaliações.  Por meio da auto-avaliação, da avaliação vinda dos colegas e das respostas do público irão entender a relação existente entre intenção e resultado e reconhecer um pouco da complexidade existente na construção de sentido. Muitas vezes é preciso deixar passar algum tempo para que o envolvimento emocional do estudante com o trabalho seja reduzido e ele possa avaliar formalmente o resultado e seu envolvimento no processo produtivo. Desenvolver a habilidade de produzir não é a finalidade da mídia educação e sim de um curso superior que forme para o mercado de trabalho de comunicação ou das empresas. A mídia educação deve, apenas, habilitar os jovens a se comunicarem criativa e artísticamente e usarem as tecnologias e os veículos midiáticos para isso. A produção deve vir acompanhada por reflexão e auto-avaliação sistemáticas, os estudantes devem ser encorajados a informarem e justificarem as decisões e escolhas sobre o que estão fazendo. A mídia educação visa produzir participação crítica na mídia.

Apresentadas as estratégias, fica uma reflexão sobre avaliação da aprendizagem

Sempre deve se iniciar pelo reconhecimento e validação do que os alunos já sabem sobre a mídia e trabalhar com a aprendizagem ativa, mas não que isso implique meramente em uma celebração do conhecimento dos mesmos. As estratégias apresentadas demonstram que existem aspectos que os alunos desconhecem e que precisam aprender. Todos adquirirão habilidades e conhecimento, quer seja por meio da instrução do professor ou das pesquisas que eles mesmos farão. Eles devem deixar explícito o que sabem para conseguirem refletir e fazer avançar sua percepção.

A mídia educação não é uma opção fácil. Deve ser uma atividade prazerosa, mas ao mesmo tempo rigorosa e intelectualmente desafiante. A relação entre teoria e prática é crucial e irá variar ao longo das unidades. É no movimento entre leitura e escrita que a aprendizagem significativa irá ocorrer. A produção possibilitará aos alunos transformarem a aprendizagem passiva (que vem da análise crítica) em ativa (necessária para que comuniquem novos significados).

A evolução dos conceitos de mídia educação é resultado de pesquisas e de trabalhos desenvolvidos em sala de aula. E o questionamento sobre sua validade também. Talvez a principal questão repouse sobre a natureza do entendimento conceitual. Mídia educação é baseada em um conjunto de conceitos-chaves e sabe-se relativamente pouco sobre como os estudantes desenvolvem o entendimento desses conceitos, ou ainda como os relacionam com seus conhecimentos pré-existentes, o que acarreta problemas significantes para a avaliação. Mídia educadores precisam de bases concretas para avaliar o conhecimento do aluno e identificar evidências de progressão. Apesar dos diversos esforços para conceber um modelo de progressão há incertezas quanto: o que esperar que eles saibam sobre mídia em diferentes faixas etárias; como progredirão de um nível a outro; como avaliar os trabalhos práticos; como a teoria irá se relacionar com a prática. O perigo evidente com o modelo conceitual é que ele pode ser eminentemente racionalista. É necessário encontrar formas de considerar o envolvimento afetivo dos alunos com a mídia e a manipulação de valores culturais e estéticos na educação. Acima de tudo, precisa-se concluir se a mídia educação irá fazer diferença para o relacionamento do estudante com a mídia, e como isso poderá acontecer.

Estas são questões básicas enfrentadas no desenvolvimento de qualquer tipo de currículo novo.

O profissional que deve exercer o papel mais importante no debate dessas questões é o professor em exercício.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s