Arquivo do mês: março 2009

Material Oficina 3

Este é o material usado pela Professora Roseane  na Oficina 3: oficina-3-o-radio-na-educacao . Nele você encontrará as características da linguagem radiofônica.

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Observações sobre a Oficina 2

Houve uma confusão quanto ao horário de início das atividades por parte dos professores, que acabaram chegando em torno de 8h30 e 8h45, quando o previsto era 8h00. Também o equipamento não ajudou. Não havia meio de o projetor multimídia ser reconhecido pelo notebook, apesar de isso ocorrer sempre de forma natural.

Para não perder tempo enquanto o equipamento não funcionava, comecemos retomando pendências que haviam ficado da Oficina anterior, esclarecendo afirmações dos professores que não haviam ficado muito claras para mim. Pedimos que não perdessem de vista um dos objetivos do kit que era fornecer formação para o professor. Tal aspecto deveria ser considerado em suas análises.

Uma das professoras estava decepcionada com a “morte” do único computador que funcionava em sua escola e com a falta de motivação da comunidade escolar em atender ao seu convite para que acessassem o seu blog educativo. Dessa forma, ela questionou se seria esse o momento de estarmos falando em educação às mídias, se estamos prontos para isso, se não existem questões mais urgentes em nossas escolas.

O nosso aluno de graduação de Publicidade e Propaganda participou e foi bastante útil. Os outros alunos não compareceram.

Apresentei a eles o kit e eles lamentaram o fato de o material estar em inglês e ficaram desapontados, pois não esperavam ver uma apostila somente com textos escritos. Onde estariam os materiais em áudio e vídeo, kits?

Os professores entenderam e usaram, com facilidade, as ferramentas básicas para construção do nosso blog, cujo endereço ficou sendo http://www.midiabb3.wordpress.com, em alusão ao nome da sala onde fica o Midialab e que abriga as oficinas. Todos colocaram seus posts referentes à síntese que fizeram dos textos da Oficina 1. Além disso, cada professor, a título de experimentação, criou um blog particular. Estavam bastante satisfeitos com as atividades. Uma professora relutou muito em fazer, pois dizia que iria se sentir frustrada por não ter tempo para postar conteúdo nele.

De novo nesta Oficina o tempo foi curto e vimos de forma rápida os recursos do Audacity e os conceitos-chave em EaM, que estavam no texto para leitura da semana. Alguns professores afirmaram que não haviam tido tempo de ler o texto. Fizemos uma leitura durante a Oficina, mas não conseguimos discuti-lo como devíamos. Teremos que retomar essa discussão e análise.

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Garatujas midiáticas

Gostaria de propor uma reflexão a respeito do nível de conhecimento da sociedade sobre a comunicação social.
Se partirmos do princípio de que comunicação implica na existência de uma via de mão dupla pela qual trafegam informações para negociação de sentidos, e se comunicação social implica na sociedade, de forma organizada, utilizar as mídias, inclusive àquelas de massa, para comunicar suas ideias e propostas, então, a população não sabe o que é, e raramente presenciou a comunicação social no Brasil.
No entanto, parece que algo está em mudança nesse cenário.
Com o advento das novas tecnologias da informação e da comunicação surge a possibilidade de os sujeitos, enfim, se apropriarem das linguagens utilizadas nos meios de comunicação. A manipulação das linguagens sonoras e audiovisuais e seu uso conjunto com a linguagem escrita começam a ficar acessíveis à grande parte da população brasileira. Planejar um texto, gravá-lo e editá-lo, já faz parte do dia-a-dia de muitos de nossos jovens e de alguns não tão jovens assim. Textos que são produzidos e colocados em circulação com o uso das novas mídias. Aos desatentos, pode parecer que, enfim, existe a via de mão dupla e se estabelece a comunicação social.
Porém, me pergunto: em que etapa estaríamos no sentido da manifestação autoral e da apropriação social da comunicação?
Ao tomarmos como referência o conceito de Vygostki, um sujeito só conhece verdadeiramente um objeto quando encontra-se imerso em um ambiente em que o objeto seja parte do “kit de ferramentas” culturalmente disponibilizado para ele e em efetivo uso por parte dos membros mais experientes do seu meio social. Considerando que a apropriação de um objeto cultural se dá, usualmente, de duas formas: 1) pela observação dos modos de agir com esses objetos por parte dos membros mais experientes do meio cultural; 2) seguindo instruções explícitas de como ele deve fazer uso desses objetos, concluímos que em nossa sociedade, para os cidadãos comuns, não existe a segunda possibilidade de apropriação. Não se reflete criticamente sobre o uso das mídias, nem se orienta a população sobre como usar socialmente os meios de comunicação.
Estamos, dessa forma, na primeira condição em que observamos o que está posto para entender a utilidade do ferramental e, como uma criança que pega o lápis pela primeira vez, nos exercitamos para sentir o objeto. Tal fase pode ser denominada de garatuja. Ainda de acordo com Vygotsky, estamos na etapa simbólica em que não se observam formas gráficas invariantes e se reproduz o que os outros (conglomerados de mídia) fazem. Para o autor qualquer produção só se efetiva após o período dos rabiscos. É fácil perceber que, criando-se situações para aprendizagem, as novas gerações avançarão mais rapidamente e poderão se apossar das novas TIC´s para produzir textos multimidiáticos autorais, superando a etapa da garatuja.
Como comunicadora social, mas acima de tudo como educadora, não posso deixar de entender a potencialidade do momento e percebê-lo como oportuno para a mediação educativa. É hora de colocar em prática a segunda forma de apropriação, munindo os cidadãos com informações sobre o direito público ao acesso aos meios de comunicação de massa, sobre a natureza dialógica da esfera pública de comunicação e sobre as formas de apropriação responsável desse ferramental. Em muitos países a educação às mídias já é objeto de estudo escolar e sistemático e os veículos de comunicação assumem sua parte, dando apoio a essas iniciativas. Em nossas paragens o movimento avança a passos de tartaruga, mas avança.
Lígia Beatriz C. Almeida
Radialista, Doutoranda em Educação e Profa. da Universidade Sagrado Coração

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Resultado da Oficina 1

Resultado da Oficina 1 em que se avaliou a pertinência da educação às mídia à realidade local da escola de ensino médio:

Foi unânime o pensamento de que a proposta do kit tem coerência com as necessidades sociais locais. Quanto à infraestrutura tecnológica existente na escola, a maior parte dos professores respondeu que, embora não haja equipamentos suficientes para o número de alunos atendidos, ela está disponível, porém devemos lembrar que a metade dos docentes pertence a uma mesma escola que mantém os equipamentos funcionando. Sabemos, porém que isso é uma exceção, opinião que foi corroborada pelo professor vinculado à DE e que possui uma boa visão dessa realidade na região. Concluiu-se, ainda, que o professor não tem formação nem pedagógica nem tecnológica para dar aulas de educação às mídias. Parece haver consenso quanto à possibilidade de realizar trabalhos transdisciplinares, com conteúdos transversais nas disciplinas, contudo as opiniões divergem quanto à existência de tempo para preparo de aulas dessa natureza.

A. Algumas declarações dos professores com relação ao conteúdo da oficina

– Discutimos, fazendo críticas construtivas relativas à nossa realidade escolar.
– Todos fomos unânimes em concordar com a proposta do kit-unesco.
– Estamos aquém dos países desenvolvidos e temos um longo caminho a percorrer até o ideal em relação à educação às mídias
– Todos têm direito a uma formação midiática básica que contribui para formar cidadãos que terão a possibilidade de se expressar utilizando as diferentes mídias.
– O projeto sugere a utilização de várias mídias para apoiar, dentro de uma perspectiva desenvolvicionista, a atual necessidade das sociedades de conhecimentos compartilhados.

B. Algumas afirmações dos professores solicitam novos debates. São elas:

– Visão moderna de algo pré estabelecido num modelo de aprendizagem.

– O kit da UNESCO vem trazer novas possibilidades e parcerias para atuarmos dentro da sala de aula do ensino médio na escola pública estadual.

– Este kit de treinamento promove o acesso à mídia, diminuindo a exclusão ao conhecimento digital e a formação do professor, que por sua vez deve se adequar as novas áreas do conhecimento (tecnologias).

Vale lembrar, ainda, que as discussões se acaloraram e não conseguimos iniciar a atividade de construção de blogs.
Apesar dos esforços, não foi possível achar um outro dia e horário comum aos professores, que não o sábado, para realização das Oficinas!

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Quem participa da pesquisa

Oito professores experientes do ensino médio da rede estadual de ensino em Bauru, com idades entre 25 e 55 anos e diferentes formações: Educação Artística, Música, Educação Física, História e Geografia, Matemática, Letras Português e Inglês. Quatro deles já haviam tido experiências com a linguagem radiofônica na escola. Dois deles ocupam, atualmente, cargos de gestão, um na coordenação pedagógica da unidade escolar e o outro na Diretoria de Ensino, encarregado de dar apoio ao uso da tecnologias nas escolas vinculadas à DE. Duas professoras da Universidade do Sagrado Coração. Dois alunos de graduação.

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Formulário com critérios para avaliação

Aqui está o formulário com o qual estamos construindo nossos critérios para avaliação das propostas apresentadas no kit. Ele pode ganhar novos itens caso o professor sinta necessidade. criterios-para-avaliacao-das-propostas-do-kit1.

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Recurso de leitura 2

Clique no link e faça o download do texto que discutiremos em nossa segunda Oficina:
recurso-de-leitura-oficina-2

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